quinta-feira, 17 de julho de 2014

                                              O lixo coletado para onde vai?











O mais adequado é a reciclagem desse lixo, para que se torne outro produto, no entanto no caso de não reciclar o adequado seria o aterro sanitário,que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada.


http://www.lixo.com.br/content/view/144/251/ 

                          Aterro sanitário e suas vantagens


Para onde vai o seu lixo depois que você o joga na lixeira? Pouca gente pensa sobre o assunto, mas tudo que consumimos, desde uma garrafa de água até o pneu do carro, vira lixo em algum momento e segue por um destino que muitas vezes não é sustentável.
Entre todos os rumos possíveis, três se destacam no país: os lixões, os aterros controlados e os aterros sanitários. 
Lixões
Lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Institucionalizados ou clandestinos, esses locais recebem volumes diários de lixo que são amontoados um por cima do outro. 
Além dos impactos ambientais, o acumulo de lixo atrai animais transmissores de doenças, como moscas e ratos. O local ainda é tido como fonte de renda para a população carente, que recolhe o material reciclável e, em alguns casos, chega a se alimentar dos restos encontrados no lixo.

Aterros controlados
Os aterros controlados são locais intermediários entre o lixão e o aterro sanitário. Trata-se geralmente de antigas células que foram remediadas e passaram a reduzir os impactos ambientais e a gerenciar o recebimento de novos resíduos.
Aterros sanitários
Os aterros sanitários são espaços preparados para a deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana. Esses locais são planejados para captar e tratar os gases e líquidos resultantes do processo de decomposição, protegendo o solo, os lençóis freáticos e o ar.


http://www.rumosustentavel.com.br/ecod-basico-lixao-aterro-controlado-e-aterro-sanitario/

quinta-feira, 1 de maio de 2014


Estudantes de Baturité desenvolvem ações na Aldeia Kanindé em Aratuba
Alunos-projetos-pesquisaEm 23 de outubro de 2010 ocorreu o primeiro ciclo de oficinas para povos e comunidades tradicionais no Maciço de Baturité. Alunos do último semestre do curso Tecnológico de Hotelaria, matriculados na disciplina de “Projeto Social” ministraram as oficinas de “Vassouras recicladas” e “Hospitalidade”.
A proposta surgiu desde agosto deste ano, quando foram iniciadas reuniões com a comunidade Kanindé, trabalhos de campo e participações de bolsistas em atividades da aldeia. Tal iniciativa partiu do projeto “Alimentos Tradicionais: uma Geografia da Cultura Alimentar do Maciço de Baturité”, coordenado pela Professora Anna Erika Ferreira Lima.
As oficinas realizadas por dezessete alunos teve duração de quatro horas e suas propostas versaram sobre questões demandadas pela própria comunidade em reuniões com representantes da aldeia como o cacique, pajé e o diretor da Escola. Para o Diretor da Escola Elenilson Gomes dos Santos esse é só o início de uma longa jornada de atividades entre o IFCE – Campus Baturité e a aldeia Kanindé.
Segundo a coordenadora do Projeto é preciso efetivar a aproximação e desenvolver trabalhos que contribuam com a conservação da natureza e a preservação da cultura desses grupos sociais. Os nossos alunos podem contribuir com essa meta e dessa forma efetivar também um retorno social.
Imagem: Alunos do Campus Baturité realizam oficinas na Aldeia Indígena Kanindé (Anna Erika)
Anna Erika - Campus Baturité

Síntese do documentário "Pro dia nascer feliz"


No documentário relata uma grande pendencia do brasil, na qual se propaga a cada ano, na educação, relata  também a distinção de classes onde aborda o sistema educacional brasileiro, descrevendo realidades escolares de diferentes contextos sociais, econômicos e culturais a partir de diversos olhares sobre as realidades que constituem a estrutura educacional seja do ponto de vista da instituição, do aluno, do professor e da família. Propõe, ainda, demonstrar o abismo existente entre as escolas públicas e privadas e a relação do adolescente com a escola focando a desigualdade social e a banalização da violência.

No contexto sociedade  mundos iguais mais que os mesmos pensam agem de forma diferente, onde em torno de seu mundo nada mais pudesse entrar  onde tudo so girasse em sua volta, sociedade essa que não abre os olhos pra ver o que esta acontecendo em sua volta, onde na maioria das vezes a escola tem o papel de casa, onde o professor tem o papel de pai e mãe, onde o mundo que vai ensinar se faz certo ou errado.
Pessoas que possuem maiores condições dos que os que vivem a mercê dos programas governamentais e, além disso, não conseguem se qualificar de uma forma apropriada para chegar ao ponto de competir com os que são mais preparados e logicamente possuem um poder aquisitivo melhor.

Aos professores que são sujeitos a educar em condições precárias, como no caso da escola de Manari em Pernambuco, por falta de verba, materiais e merenda, e no exemplo da escola de Duque de Caxias e de Itaquaquecetuba  onde a violência é algum perturbador e constante, além da falta de estimulo pelo desinteresse  dos alunos que não levam a serio seus estudos gerando 9 indisciplina para os dois lados.

Também foi relatado em Pernambuco crianças que deixam de ir a escola porque não existe transporte para todas e as criança não teriam, logicamente, condições de andar muitos quilômetros ou bancar de seus bolsos um transporte diário. Nesta situação, o quadro que encontramos é muitas vezes de encontrar crianças que não possuem sonhos, pois a realidade não vos concede a chance. Viram crianças desesperançosas, e que consomem seu tempo trabalhando e perdendo a chance de ter um futuro melhor.

Um exemplo , menina de 13 anos, moradora de Manari-PE, que possui vontade de estudar, aprecia a leitura, num nível que nem os professores acreditam na hipótese desta escrever redações que vão além do esperado naquela comunidade. Para ela, certamente, tal fato é desanimador, porque não a estimula a querer sempre produzir mais, fica fadada a ter apenas o seu próprio incentivo. Outro caso mostrado foi na escola de Valéria, em Inajá-PE, onde cursa formação de professores, onde muitos professores faltam, alguns mandam um representante, outros nem isso. 

Não cumprem com o seu compromisso, e ainda avaliam todos os alunos como se fossem todos iguais, e os atribuem a mesma nota. A realidade é bem cruel, além da precária infraestrutura e da desmotivação por ambas partes, a pobreza se faz presente. Conforme relato de uma professora, algumas alunas vêm estudar da mesma forma que se fosse a um baile, levam os livros, mas sequer entram na escola, ficam paquerando e namorando

Uma outra realidade é a da escola Duque de Caxias, pois a escola se localiza a poucos metros de uma “boca de fumo”, o que acaba incluindo questões complicadas como o tráfico de drogas, violência e indisciplina. Foi posto em foco o caso de um aluno, Deivison Douglas, de 16 anos, irreverente, comunicativo, mas também indisciplinado, e com comportamentos por vezes violentos e inapropriados. O mesmo deveria ficar em dependência em algumas matérias, porém a decisão dos professores é que não se retenha o aluno, pois a mesma dependência não resolve nada na opinião deles. Dessa forma, a qualidade do ensino só tende a cair, e ocorre uma diminuição das repetências, mas o que não significa um progresso na educação, mas sim uma completa maquiagem. Ao mesmo tempo, os docentes sabem que serão aprovados, colaborando com os índices crescentes do governo.

Em Itaquaquecetuba-SP, em uma escola de periferia (conforme dito por uma professora da “ periferia”),o dinheiro aparece com um entrave para a realização de atividades culturais e a falta constante dos professores desmotiva os alunos e os deixa ociosos. Várias opiniões foram importantes entre os professores, dentre eles de uma dizendo que o professor perdeu a sua dignidade, pois precisa aceitar tudo na sala de aula; outra observação foi ao se referir esta escola de hoje está vivendo aos moldes do século passado, pois a realidade dos alunos é outra, e este sistema precisa se adequar a esta realidade. Como ela  mesmo disse “lá fora é muito mais interessante”, e é verdade, pois a estrutura física e organizacional do espaço  escolar por si só já demostra que está defasada.

Em uma outra escola abordada no documentário, localizada em São Paulo, em Alto de Pinheiros, bairro de classe média alta, pudemos verificar uma outra realidade das expostas até então no filme. Primeiramente porque se trata de uma colégio particular, então nota-se que o perfil do alunado é diferente dos abordados. Logo no inicio da entrevista com alguns alunos, percebemos que os mesmos possuem um senso critico apurado e tentam tratar esta questão da desigualdade, como uma questão de falta de oportunidade. Estudam uma carga horária mais puxada e almejam garantir a entrada para uma boa faculdade, nem que para isso seja necessário o auxílio de professor particular. A família pode se dizer mais presente na formação de seus filhos, se não for pelo lado da atenção, mas pelo lado material e financeiro. Na maioria dos problemas destes adolescentes são bem diferentes dos que foram observamos, são, na verdade, criados por dúvidas em relação a vida, de onde viemos, pra onde vamos, ou seja, fatores de ordem filosófica.

Na periferia de São Paulo, em um colégio estadual, uma questão que foi bastante discutida foi a violência que os alunos estão expostos, de maneira direta ou indireta, através da família ou na escola com os alunos. Em meio a estes assuntos, a gravidez na adolescência também mereceu destaque, no caso da menina Rita que engravidou aos 18 anos, parou de estudar e só veio a retornar dois a nos depois, fazendo com que o sonho de uma faculdade fosse ficado cada vez mais em segundo plano.

Em uma realidade bem mais obscura, também na periferia de São Paulo, foi exposto o fato de uma menina ter matado uma adolescente dentro da escola, por motivos que não poderemos nunca entender. O que é surpreendente é que não se arrependeu, disse ainda que só adiantou o que um dia iria acontecer, e ainda o tempo que ficará reclusa em casa de menores é um tempo muito curto, coisa que passa rápido. Outro fato abordado foi o desvio de comportamento de adolescentes, que ingressam na vida de crimes, assaltos, por influência de amigos ou pela falta de estrutura familiar. Isso a partir do primeiro momento que acontece, se torna um vicio, e depois sair dessa realidade vai se tornando cada vez mais difícil.

E a escola está a mercê de acolher toda esta clientela, sem distinção, e os professores ficam nessa difícil tarefa que é tentar ao menos fazer com que os alunos se interessem em aprender. Mas nem sempre conseguem, muitas vezes se desmotivam e seguem sua profissão sem dedicação e comprometimento.

Enfim, o que nos resta dizer é que o trabalho do educador se torna a cada dia mais difícil e menos valorizado. É o reflexo de como este governo investe neste setor, de como a família está deixando tudo sob  responsabilidade da escola, se esquecendo de transmitir cordialidade, respeito e normas básicas para se viver em harmonia com a sociedade. É preciso que ocorra uma verdadeira revolução na educação, desde a base até o ultimo patamar, para que ao menos nossos netos ou bisnetos possam vir a vislumbrar de mais esperança e paz, e poder traduzir todas as qualidades existentes em nosso cotidiano, fazendo nascer um mundo melhor para se viver. Conforme as últimas imagens do filme ficam com as crianças a nossa espera em dias melhores.

Como a educação é tratada em segundo plano em divesas rrgioes do brasil, onde na qual é a base de muitas crianças que almejam um futuro melhor, de um lado professores  que se ver desestimulados pela falta de interesse  dos alunos e a infraestrutura que tão pouca realizada, do outro adolescentes que se ver  junto ao crime e que  são tão poucos preparados para essa realidade.

O filme que nos apresenta a cara do nosso país, que não investem nos seus herdeiros, até porque todos sabem que o futuro de um país são os seus jovens, a partir daí o autor nos mostra onde tá errado e no que podemos melhora para que o nosso país esteja em boas mãos no futuro.


http://pepquesb.blogspot.com.br/2013/05/resumo-pro-dia-nascer-feliz.html acesso 31/04/14 ás 20:25
http://www.slideshare.net/erika_cdias/resenha-documentrio-pro-dia-nascer-feliz acesso 31/04/14 ás 21:35

quarta-feira, 23 de abril de 2014




                              A educação: futuro de muitos jovens.



aula A esperança é a educação
Houve um tempo no Brasil em que a escola pública era motivo de orgulho. Nessa época pegava mal colocar um filho num colégio particular. A impressão era de que a criança tinha dificuldades de acompanhar o forte ritmo do ensino.
O que ocorre hoje é exatamente o contrário. Ao longo dos anos, devido aos baixos investimentos em infraestrutura, salários a professores e conteúdo de qualidade, o cidadão brasileiro com maior poder aquisitivo tem sido obrigado a recorrer às instituições particulares de ensino.
A educação no Brasil é sucateada, tratada como peso e não como prioridade. Vejam só que interessante: nosso país é hoje a sétima economia do mundo, mas numa avaliação feita pela UNESCO, estamos em 88º lugar entre 127 países avaliados. Ficamos atrás do Chile, Bolívia e Equador!
Numa outra avaliação, a PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), feita pela OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), entre 65 nações o Brasil está em 58º. México, Costa Rica e até o Cazaquistão estão na nossa frente. Dá pra acreditar?
Na semana passada, por exemplo, vimos um professor de filosofia da rede pública de ensino do Distrito Federal chamar a funkeira Valesca Popozuda de “grande pensadora contemporânea”. Ele colocou numa prova trecho de uma de suas músicas para os alunos completarem. A maioria acertou a resposta, é bom destacar.
A limitada perspectiva de futuro é outro fator desestimulante tanto para alunos quanto para professores. O que pensa um jovem de periferia que vê um funkeiro ganhar milhões de reais mesmo sem ter concluído o ensino médio enquanto ele tem que ralar durante anos a fio para se formar e alcançar um salário médio? Com o professor acontece o mesmo.
A desigualdade social tão criticada por todos, uma das maiores do mundo, continuará acentuada enquanto o filho do pobre não tiver a mesma oportunidade educacional do rico. E a culpa disso não é do rico nem do pobre. É do Estado, que tem encarado a educação como um fardo pesado em vez de caminho inevitável para um país melhor.
Conhecemos os problemas e, de certa forma, sabemos o que precisa ser feito.

http://noticias.r7.com/blogs/marcos-pereira/2014/04/17/a-esperanca-e-a-educacao/ acesso 21/04/14 ás 21:13

quinta-feira, 17 de abril de 2014



LDB: educação e suas diretrizes 




                                           


https://www.youtube.com/watch?v=Fqhlf_D6Jj4 acesso 17:04/14 ás 23:55

quarta-feira, 16 de abril de 2014

        Os Brasileiros com mais importância na educação básica.



Os pais brasileiros são os que mais apostam no gasto em ensino para garantir o sucesso dos filhos. Um estudo global elaborado pelo banco HSBC mostra que 79% dos entrevistados no Brasil acreditam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer para a próxima geração.
Depois do Brasil, a importância é maior na China (77%), Turquia e Indonésia (cada um com 75%), sendo a média mundial de 58%. A pesquisa foi realizada com 4.592 pessoas de 15 países entre dezembro de 2013 e janeiro deste ano.
No recorte com dados apenas dos brasileiros, os entrevistados apontaram a educação como destino ideal de recursos alocados para o suporte financeiro dos filhos. No Brasil, 44% aportariam preferencialmente o dinheiro para os estudos - resultado também acima da média mundial (42%). A segunda opção é o fundo de investimento (15%), seguida pela ajuda para iniciar um negócio (10%).
"Foram vários os fatores que levaram a esse aumentou do tempo de escolaridade. Tudo começou com a Constituição de 1988. Ela descentralizou o cuidado com a educação para os municípios com a transferências de recursos", afirma Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper.
O aumento da escolaridade média também foi impulsionado pela criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef)- depois transformado no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) - e pelos programas de transferência de renda e de facilidade ao crédito.
http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2014/04/16/noticiaseconomiaae,3237179/pais-brasileiros-sao-os-que-dao-mais-valor-a-educacao.shtml  acesso 16/04/2014 ás 22:00