quarta-feira, 23 de abril de 2014




                              A educação: futuro de muitos jovens.



aula A esperança é a educação
Houve um tempo no Brasil em que a escola pública era motivo de orgulho. Nessa época pegava mal colocar um filho num colégio particular. A impressão era de que a criança tinha dificuldades de acompanhar o forte ritmo do ensino.
O que ocorre hoje é exatamente o contrário. Ao longo dos anos, devido aos baixos investimentos em infraestrutura, salários a professores e conteúdo de qualidade, o cidadão brasileiro com maior poder aquisitivo tem sido obrigado a recorrer às instituições particulares de ensino.
A educação no Brasil é sucateada, tratada como peso e não como prioridade. Vejam só que interessante: nosso país é hoje a sétima economia do mundo, mas numa avaliação feita pela UNESCO, estamos em 88º lugar entre 127 países avaliados. Ficamos atrás do Chile, Bolívia e Equador!
Numa outra avaliação, a PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), feita pela OCDE (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), entre 65 nações o Brasil está em 58º. México, Costa Rica e até o Cazaquistão estão na nossa frente. Dá pra acreditar?
Na semana passada, por exemplo, vimos um professor de filosofia da rede pública de ensino do Distrito Federal chamar a funkeira Valesca Popozuda de “grande pensadora contemporânea”. Ele colocou numa prova trecho de uma de suas músicas para os alunos completarem. A maioria acertou a resposta, é bom destacar.
A limitada perspectiva de futuro é outro fator desestimulante tanto para alunos quanto para professores. O que pensa um jovem de periferia que vê um funkeiro ganhar milhões de reais mesmo sem ter concluído o ensino médio enquanto ele tem que ralar durante anos a fio para se formar e alcançar um salário médio? Com o professor acontece o mesmo.
A desigualdade social tão criticada por todos, uma das maiores do mundo, continuará acentuada enquanto o filho do pobre não tiver a mesma oportunidade educacional do rico. E a culpa disso não é do rico nem do pobre. É do Estado, que tem encarado a educação como um fardo pesado em vez de caminho inevitável para um país melhor.
Conhecemos os problemas e, de certa forma, sabemos o que precisa ser feito.

http://noticias.r7.com/blogs/marcos-pereira/2014/04/17/a-esperanca-e-a-educacao/ acesso 21/04/14 ás 21:13

quinta-feira, 17 de abril de 2014



LDB: educação e suas diretrizes 




                                           


https://www.youtube.com/watch?v=Fqhlf_D6Jj4 acesso 17:04/14 ás 23:55

quarta-feira, 16 de abril de 2014

        Os Brasileiros com mais importância na educação básica.



Os pais brasileiros são os que mais apostam no gasto em ensino para garantir o sucesso dos filhos. Um estudo global elaborado pelo banco HSBC mostra que 79% dos entrevistados no Brasil acreditam que pagar pela educação é o melhor investimento que podem fazer para a próxima geração.
Depois do Brasil, a importância é maior na China (77%), Turquia e Indonésia (cada um com 75%), sendo a média mundial de 58%. A pesquisa foi realizada com 4.592 pessoas de 15 países entre dezembro de 2013 e janeiro deste ano.
No recorte com dados apenas dos brasileiros, os entrevistados apontaram a educação como destino ideal de recursos alocados para o suporte financeiro dos filhos. No Brasil, 44% aportariam preferencialmente o dinheiro para os estudos - resultado também acima da média mundial (42%). A segunda opção é o fundo de investimento (15%), seguida pela ajuda para iniciar um negócio (10%).
"Foram vários os fatores que levaram a esse aumentou do tempo de escolaridade. Tudo começou com a Constituição de 1988. Ela descentralizou o cuidado com a educação para os municípios com a transferências de recursos", afirma Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper.
O aumento da escolaridade média também foi impulsionado pela criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef)- depois transformado no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) - e pelos programas de transferência de renda e de facilidade ao crédito.
http://www.opovo.com.br/app/economia/ae/2014/04/16/noticiaseconomiaae,3237179/pais-brasileiros-sao-os-que-dao-mais-valor-a-educacao.shtml  acesso 16/04/2014 ás 22:00